Segundo os dados do INE disponíveis no Sales index da Marktest, produziram-se em Portugal, em 2011, cerca de 5,5 milhões de hectolitros de vinho. Deste volume, 48.7% é Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada, 23.5% é Vinho Regional e 27.8% Vinho de Mesa.

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Em maioria, produzimos vinhos tintos, que neste ano representaram 63.1% do volume total. Os brancos representaram 27% e os licorosos 9.9%.

Por regiões agrícolas, a região do Ribatejo e Oeste foi responsável por 27% da produção, Trás-os-Montes por 24%, Alentejo por 18%, Entre Douro e Minho por 15%, Beira Litoral por 10% e as restantes regiões do país por 5%.

A nível concelhio, Torres Vedras foi o concelho responsável por um maior volume de produção vinícola. Os 323,5 mil hectolitros produzidos representaram 5.9% do volume total. Reguengos de Monsaraz foi o segundo concelho com maior produção, de 4.2% do volume global, cabendo a Alijó a terceira posição, responsável por 3.9% do volume anual.

São João da Pesqueira, Alenquer, Almeirim, Anadia, Palmela, Lamego e Redondo completam a lista dos 10 concelhos com maior produção vinícola em 2011.

Refira-se por fim que metade da produção de vinho está concentrada em 19 concelhos apenas, que se identificam no mapa seguinte.

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Fonte: Grupo Markest

A produção de vinho em França deverá baixar 18% em 2017 devido a mudanças do tempo, em particular às geadas na primavera, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Agricultura francês.

A produção de vinho em França deverá baixar 18% em 2017 devido a mudanças do tempo, em particular às geadas na primavera, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Agricultura francês.

Este ano, a vinha foi afetada em França por geadas e muito calor na primavera e depois por um verão muito seco. As primeiras vindimas começaram com uma antecipação de 10 a 15 dias, em média, e mostram uma queda acentuada, exceto na região da Bourgogne, no centro do país.

A colheita de vinho pode estabelecer-se em 2017 em 37,2 milhões de hectolitros, ou seja, um nível inferior em 18% ao de 2016 e 17% em relação à média dos últimos cinco anos”, precisou o ministério em comunicado.

Em 2016, já tinha sido registada uma queda na produção. Este ano, a redução deve-se “principalmente à forte geada da primavera que afetou as videiras numa fase sensível”, indicou o ministério.

Fonte: Lusa/ Observador